Pensa em vermelho, a veia que dilatada do pescoço, salta.
A paz que prometera aportar e não viera e nem mandara recado. A vida sempre este abismo.
O palco, a fixação suprema.
Os seres,
estes que vertem lágrimas infinitas, que amofinam e sofrem.
Tinha o coração coberto de piedade. Aqueles tantos olhos vertando as águas profundas e a esperança definha. Os queres tantos e todos. O mapa a solução. A água e o desespero. A fragilidadade das almas infinitas. A tristeza profunda revela. O cão que brinca, impassível a violência. As emoções e armadilha.Tenho medo de não ser sempre forte o suficiente.
Escrito por eloisavitz às 21h34
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